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O.S.N.I.S
OBSERVAÇÕES DE O.S.N.I.s
Em todo planeta há milhares de relatos de objetos misteriosos evoluindo acima de mares, lagoas, rios, e em plenos oceanos. O número dessas ocorrências é simpelsmente espantoso e, embora a ufologia registre amis casos desses objetos no céus, os fatos verificados em mar aberto também chamam a atenção. Mas o que esses tais objetos fazem?
É lógico pensar quem em decorrência de grande movimentação que os UFOs manifesta sobre várias extensões d´agua, tais naves estariam estabelecendo bases secretas nas profundezas abissais, a exemplo do que o homem tentou fazer em sua exploração espacial, sonhando com bases na lua, de onde pudesse operar sem os desconfortos dos longos vôos interplanetários.
A ufologia até criou um termo próprio para designar tais naves: Objetos submarinos não identificados, ou simplesmente OSNIs. Na maioria dos casos, na maioria dos casos são descritos como alongados, esféricos ou cilíndricos e quase sempre tem grandes dimensões. Sua cor muitas vezes é relatada como sendo escura, mas pode ser verde, branca ou amarelada.
Um dos casos mais interessantes registrados até hoje foi o que mobilizou um contingente das forças armadas da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), e se deu na Noruega em 1963. Esse fato ocorreu, primeiramente, com a observação de um pescador chamado Mons Lagetig, que estava próximo da praia de Sognef Jorden.
Lagetig surpreendeu-se vendo um objeto semelhante a um periscópio emergir no mar. Em seguida, uma embarcação local captou o objeto através de radares. Parecia ser gigantesco e de cor escura. O barco de guerra Trodhein confirmou a presença do objeto através sonar de bordo e mobilizou as forças Norueguesas visto que poderia ser um submarino extrangeiro transitando por suas águas territoriais.
O governo Norueguês destacou outros 30 navios para o local, além de solicitar ajuda de uma frota da OTAN que manobrava nas águas daquele país. A ajuda Britânica e Americana se fez e logo o objeto foi localizado. Porém, misteriosamente, conseguiu escapar de todo o contingente montado na superfície.
Diante das observações, torna mais concebível a idéia de que os Ufos estariam mantendo bases de refúgio na Hidrosfera. E se isso é fato, é de esperar que tais objetos encontrem-se com embarações civis e militares, ancoradas ou em cruzeiro. Aprofundando-se no debate, deve-se também levar em consideraçãocasos de pessoas que, estando próximas da costa marítima, desapareceram por completo, sem deixar vestígios.
A hipótese foi lançada, ainda que veladamente, pelo célebre escritor e ufólogo Antonio Rivera, em seu já clássico "Os Doze Triângulos da Morte" (Plaza & Janes, 1976). Traçando uma série de linhas em um mapa sobre as quais se dão maior incidência de aparições de OVNIs (linhas ortotênicas), Rivera encontrou um ponto de confluência de tais linhas em uma zona marítima entre Ibiza e Mallorca.
E essa zona, "irradiadora de OVNIs ou OANIs" passou a ser um dos vértices de um triângulo, que alguns ousam chamar "Triângulo da Morte do Mediterrâneo", também apontado pelo investigador santaderino (de Santander, Espanha) Jose Ignacio Amurrio, em uma onda ufológica registrada entre 1968 e 1969. Em 1981 o astrônomo Ramón Compte Porta - que então residia em Mallorca - afirmava ter visto em 23 de junho de 1953 uma grande nave de aparência triangular sobre Ibiza, e também em 22 de maio de 1960 e em fevereiro de 1961.
Em uma entrevista que concedeu ao escritor e investigador ibizenco Josep Riera, o astrônomo confessou sua crença na existência de seres extraterrestres e que Ibiza era um lugar privilegiado para observá-los. Compte definiu então o "Triângulo de Ibiza" situando-o em um dos vértices da costa, em frente ao Puig Major (Mallorca), a costa de Ibiza e o sul de Cabrera, no paralelo 39. Esses lados medem aproximadamente 150km do Puig Major a Ibiza, 120km da costa ibizenca ao sul de Cabrera e 114km de Cabrera ao Puig Major. Neste espaço a atividade OVNI seria muito intensa.
Os aficionados pela criação de pombas se surpreenderam ao saber que entre a zona do mar que separa Mallorca de Ibiza, as pombas se desorientam, como se ali houvesse um potente campo magnético que se faz operativo esporadicamente. Também ocasionalmente seguem aparecendo estranhas luzes embaixo das águas de Ibiza sem que nada, até agora, tenha conseguido elucidar este mistério.
Avistamentos de OANIs Josep Riera, a quem entrevistei em sua casa, em Ibiza, me falou sobre a possível existência desta base aquática de OANIs na região e como ele mesmo foi testemunha, em Fevereiro de 1976, da aparição de uma luz em San Coniera, que freqüentemente faz fato de sua presença.
"Primeiro se deslocou lentamente, desceu sobre o farol de San Coniera e logo saiu a uma velocidade alucinante. A luz do farol se apagou durante mais de um minuto e meio, quando seu tempo máximo de rotação é de 45 minutos. E a luz desceu, não pude ver se desapareceu atrás da pequena ilha ou se escondeu-se no mar". Segundo Josep Riera, em uma série de artigos que publicou nos anos 70 no "Diário de Ibiza", as ilhas Bledas, a Conejera e outras ilhotas que a rodeiam são ricas em cavernas submarinas e esconderijos, onde se escondem as moréias, os polvos e outras espécies.
"A profundidade da água é muito variável. Em alguns pontos não excede os 40m e em outros há caídas e fissuras que chegam, medidas com o sonar, a 200m". O investigador recorda que vários mergulhadores perderam a vida nestas águas, pescando ou mergulhando. Alguns escutaram estranhos ruídos em baixo de tais águas, que compararam com os golpes de um martelo a um tambor. Nunca se pode verificar a procedência destes barulhos ou estrondos metálicos. Mais avistamentos na Conejera.
Em 07 de Fevereiro de 1977, Antonio Torres Mariano, sua esposa, seu filho e a esposa deste observaram "como uma Lua inteira iluminada completamente iluminada completamente em seu interior, de cor laranja, com fortes faíscas e um ponto luminoso girando constantemente". No mesmo dia e na mesma hora às 22:15, um casal proprietário de comércio viram o mesmo fenômeno durante cinco minutos encima da ilhota de San Coniera (Conejera), a esquerda do farol. O jornalista Nito Verder e Josep Riera, publicaram em 1977 vários relatos sobre a intensa onda ufológica daquele ano sobre Ibiza, no "Diário de Ibiza", incluindo o caso de uma mulher, "Michèle B.", que residia em Castell.
No mês de abril observou, sobre o mirante de San Jose, um "sol branco e muito brilhante, comprido e grande". Além do mais, o objeto descrevia uma trajetória parabólica seguida de vários zig-zags e logo disparou até o alto até desaparecer. "Michèle B.", depois deste avistamento, começou a desenhar os rostos de supostos extraterrestres mas o assunto não pode ser aclarado.
Observação precisa Em Julho de 1978, numerosas testemunhas e um trabalhador do "Diário de Ibiza", observaram, através de um teodolito (um instrumento de medição das distâncias orientado pela bússola e por corpos celestes), dois grandes focos de luz sobre a linha do horizonte, no mar, nas costa de Santa Eulalia. Cada foco se distanciava entre si uns 6km e a luz mais intensa estava a 35m sobre o nível do mar.
A distância entre os observadores e as luzes era de 36km e a posição sobre o norte magnético era de 162 graus e 21 minutos. Dificilmente se obtém cifras tão precisas em relação a parâmetros de distâncias de um OVNI. Tudo graças ao teodolito que dispunha de uma luneta com 180 de aumento. |
Se pode estimar com precisão a forma dos objetos. A luz mais potente possuía 17m de altura e 13m de comprimento, com uma forma simétrica e quatro focos situados sobre uma espécie de plataforma. O outro facho de luz tinha um só foco.
As duas luzes iam desaparecendo e aparecendo sem nenhum tipo de ritmo. Meia hora depois do avistamento, a 1:55 da madrugada, a distância entre os dois focos luminosos passou a 101km, começando a variar sua posição com extraordinária rapidez, até o extremo de alcançar velocidades de 30km por segundo. Em uma das ocasiões, o objeto mais luminoso submergiu, até as 3 da madrugada e voltou a levantar-se sobre o horizonte 35 minutos depois.
Outro aspecto importante do caso é que a bússola incorporada no teodolito sofreu um importante desvio magnético, igual à bússola de outra testemunha. Esta anomalia se manteve até começar a amanhecer, enquanto as luzes desapareciam lentamente no horizonte às 6 da manhã. "Lógico que não se tratavam de estrelas que, em um prazo tão grande de tempo, tivessem acendido ou desaparecido no horizonte.
Muito menos de um avião, a velocidades tão excessivas", me acrescentou Josep Riera. Outra "zona quente" de Ibiza é a ilhota de Es Vedrá, onde estranhos fenômenos ocorrem já há alguns séculos e é um dos vértices do triângulo de aparições ufológicas do Mediterrâneo.
Na frente da pequena ilha, o autor deste artigo encontrou a um nativo idoso que apenas balbuciava o castelhano e contou que, desde criança, observava muito esporadicamente, uma luz que desfilava entre algum ponto do mar e a estranha ilhota que aparece em tantos postais e que se impõe como uma grande pirâmide que emerge até um nível de 385m sobre as águas.
Fazem milhões de anos que Es Vedrá estava junto a Ibiza e hoje está repleto de cavernas de difícil acesso. A ilhota foi eleita pelo padre carmelita Francisco Palau para seu retiro espiritual em meados do século passado. O religioso teve várias visões místicas, como as estranhas luzes e até uma Virgem luminosa, que foi interpretada como manifestação do fenômeno OVNI e aparição de humanóides extraterrestres, respectivamente.
RELAÇÕES COM O TRIÂNGULO DAS BERMUDAS
Durante décadas, o temido triângulo das bermudas foi a área oceânica mais evitada por navegadores e até aviadores, quereceavam de nela adentrar. Lá, especialmente nas décadas de 70 e 80, foram registrados inúmeros casos de pessoas que desapareceram misteriosamente, assim como foram catalogados incontáveis casos de OSNIs.
No Triângulo das Bermudas, uma zona considerada de grande perturbação eletromagnética, muitos navios, sumbmarinos, cargueiros, aviôes militares, e comerciais ja sumiram sem deixar vestígios. Ou, quando foram encontrados, estavam comletamente abandonados, sem traços de tripulação, como verdadeiros navios fantasmas.
Não se sabe o que ou quem produzia os misteriosos desaparecimentos, e os cientistas que se dedicam a estudar os fatos, dão muito poucas explicações plausíveis e coerentes a respeito. No entanto, organismos da Marinha e da Aeronáutica norte-americana pesquisam a área detidamente e levantaram falsos relatórios sobre a mesma, que não revelam em hipótese alguma.
Oficialmente, não há nenhuma conclusão sobre a causa das perturbações eletromagnéticas, que interferem nos radares e nas comunicaçõe spor rádio. Geograficamente o Triangulo das Bermudas é uma área imaginária localizada ao longo da costa sudeste dos EUA, cujos vértices são formados pelas bermudas Miami e San Juan de Porto Rico.
O ano de 1945 ficou registrado como o mais intenso no rol de desaparecimentos de embarcações na localidade, sendo o fato mais grave acontecido em 5 de dezembro, quando um grupo de cinco aviões Avenger TBM-3, da Marinha, partiram de Fort Lauderdale, na Flórida, para uma missão rotineira de treinamento. Este foi o chmado vôo 19, com tempo previsto de duas horas. As condições meteorológicas eram boas, com ventos moderados e pequenas nuvens esparasas.
Todos os pilotos eram experientes e deviam fazer ataques de treinamento sobre um casco de navio desmantelado no amr, que serviria de alvo. Pois o Avenger nunca voltaram para a base. O bombardeio terminou e os aviões seguiram para leste.
De repente, o rádio operador da torre de controle da Base Aeronaval do Fort Laurderdale recebeu uma mensagem do líder da esquadrilha, o tenente Charles Taylor, dizendo que se encontrava em rumo incerto, e que até o oceano estava diferente. A seguir, todos os cinco aviões desapareceram misteriosamente. Logo depois, um gigantesco hidroavião Martin Mariner partiu em missão de resgate a esquadrilha, levando uma tripulação de 13 homens.
o Martin e sua equipe tambpem desapareceram. A partir desse incidente, os organismos do governo passaram a pesquisar o assunto. Alguns ufólogos precipitados atribuem tais sumiços às aberrações atmosféricas, buracos na Terra oca, desintegração devido a turbulência inexplicáveis, ou até raptos de alienígenas.
VÓRTICES MALÍGNOS
Ivan T. Sanderson, zoólogo de
curiosidade abrangente sobre os fenômenos anômalos e uma imaginação criativa
amiúde capaz de antecipar-se às provas, endossou a visão de que existe uma
civilização inteligente, não detectada por nós, nos oceanos da Terra. Podem ser
também, diz ele, "entidades inteligentes que aqui cheguem de outros lugares" e
usem os oceanos como base para evitar a detecção. No mínimo, OVNI`s são
espaçonaves dessa civilização, que agem também como submarinos ( OSNI`s ).Depois
de abordar o desaparecimento de navios e aviões, para ele misteriosos, Sanderson
propõe que essas OINT ( Outras Inteligências ) marinhas podem estar raptando
quem atravessa o oceano.
Estes desaparecimentos
acontecem em quantidade desproporcional em 10 "vórtices malignos", áreas de
forma losangular que se estendem em faixas paralelas em distâncias iguais acima
e abaixo do Equador, com exatamente 72º de distância umas das outras.
A essas dez, Sanderson acrescenta as duas regiões polares, perfazendo um total
de doze vórtices malignos.
"E
não pensem que o desaparecimento de aviões, navios e submarinos é a única
ocorrência ali" - ele escreve. "Há outros informes estranhos que envolvem todo
tipo de Objetos Aéreos Não-Identificados, OANI".
Os vórtices, dos quais o mais famoso é o Triângulo das Bermudas – nome
equivocado, segundo Sanderson – são as áreas onde as OINT operam. São também
áreas onde fenômenos aleatórios ( súbitas ventanias, tempestades e águas bravas
) causam distúrbios no tempo e espaço. Naquele meio, onde é maior a
probabilidade de detecção, as OINT são às vezes forçadas a gestos dramáticos
para se manterem incógnitas. Quando não querem que "saibamos de sua presença e
atividades, raptam o navio inteiro, com tudo que está dentro e ao redor".As
provas de Sanderson são superficiais e imateriais. Em certos casos, não passam
de boatos vagos a respeito de eventos inexplicados nas áreas mencionadas mas
estão por aí à espera de explicações...
Por Pablo Villarrubia Mauso Tradução: Luciane Bodaczny (especial para a Revista Vigília). Revista UFO.